domingo, 24 de agosto de 2008

Que equipamento!!


Piadinha rapida

Um juiz, um médico, um arquiteto e um analista de sistemas estavam contando vantagem sobre as respectivas profissões.
o juiz disse:
- Antes de expulsar Adão e Eva do paraíso, Deus os julgou.
Foi o primeiro julgamento da historia e, portanto, minha profissão é a mais antiga de todas.
O analista de sistemas tentou contra argumentar, mas ante que pudesse falar, o médico disse:
- Sim, mas antes disso, lembre-se de que Eva foi Criada de uma costela de Adão.
Foi a primeira cirurgia da história e, portanto, minha profissão é a mais antiga de todas.
O analista de sistemas já ia entrar na briga, mas o arquiteto foi mais rápido:
- Ambos têm razão, mas antes da cirurgia e do julgamento, Deus criou o Universo.
Foi o primeiro projeto de arquitetura da história e, portanto, minha profissão é a mais antiga de todas.
Antes disso só existia o caos.
E o analista de sistemas:
- Arrá! E quem foi que criou o caos?!

Não tem preço

Souvenir: 150; Ingressos: 250; Hotel + Cerveja: 500;
ESPOSAS EM CASA…NÃO TEM PREÇO!!!


terça-feira, 12 de agosto de 2008

Publicidade

Acho que preciso trocar meu perfume e frequentar mais o supermercado hein...

Não se brinca com coisa séria

Não sei se este video é real ou fake, mas mostra que tem gente que brinca com coisas que nem rola tirar onda.

A morte dos lactobacilos

Muito da hora este video, eu curti, heehehehe


terça-feira, 5 de agosto de 2008

Piadinha

No outro dia fui a uma despedida de solteiro de um amigo numa chácara afastada da cidade.
Caixas e mais caixas de cerveja, isso sem contar os destilados: whisky, cachaça, etc.
Tava bão demais!
Quando voltava para casa, para minha felicidade, passei por uma blitz da PM na entrada da cidade.
Não deu outra: fui “premiado”!
Estava num estado tão lastimável, que quase caí ao sair de dentro do carro.
Mal conseguia andar.
Fora do carro, exatamente no instante em que os guardas me pediram para seguir até a viatura e soprar no bafômetro, do outro lado da estrada um caminhão se envolve numa colisão e espalha parte de sua
carga pela rodovia. Foi minha sorte!
Os policiais me liberaram e foram atender ao acidente. Saí de lá rapidinho (dentro do possível! hic) todo pimpão! todo contente! Era meu dia de sorte!!
No dia seguinte, logo cedo, umas 10 da manhã, minha mulher me acorda e pergunta:
- Escuta, você sabe me informar o que faz um carro da Polícia Militar na nossa garagem?

Mulher me deixa doido.

Mulher - Onde você vai amor?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Vou.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim, eu abasteci.
Mulher - Vai demorar?
Homem - É rápido, coisa de uma hora.
Mulher - Vai onde?
Homem - Só vou rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim?
Homem - Claro que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Tudo bem, na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
Homem - Sim senão derrete.
Mulher - Passa lá, compra e deixa aqui
Homem - Melhor na volta é rápido!
Mulher - Ahhhhh!
Homem - Quando eu voltar eu tomo com você!
Mulher - Mas você não gosta de manga!
Homem - Eu compro outro… de outro sabor.
Mulher - Aí fica caro… traz de cupuaçu!
Homem - Eu não gosto também.
Mulher - Traz de chocolate… nós dois gostamos.
Homem - Ok! Beijo… volto logo….
Mulher - Ei!
Homem - O que?
Mulher - Chocolate não… Flocos…
Homem - Não gosto de flocos!
Mulher - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
Homem - Foi o que sugeri desde o começo!
Mulher - Você está sendo irônico?
Homem - Não tô não! Vou indo.
Mulher - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
Homem - Querida! Eu volto logo… depois.
Mulher - Depois não… quero agora!
Homem - Tá bom! (Beijo.)
Mulher - Vai com o seu ou com o meu carro?
Homem - Com o meu.
Mulher - Vai com o meu… tem cd player… o seu não!
Homem - Não vou ouvir música… vou espairecer…
Mulher - Tá precisando?
Homem - Não sei… vou ver quando sair!
Mulher - Demora não!
Homem - É rápido… (Abre a porta de casa.)
Mulher - Ei!
Homem - Que foi agora?
Mulher - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
Homem - Calma… estou tentando sair e não consigo!
Mulher - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
Homem - O que quer dizer?
Mulher - Nada… nada não!
Homem - Vem cá… acha que estou te traindo?
Mulher - Não… claro que não… mas sabe como é?
Homem - Como é o quê?
Mulher - Homens!
Homem - Generalizando ou falando de mim?
Mulher - Generalizando.
Homem - Então não é meu caso… sabe que eu não faria isso!
Mulher - Tá bom… então vai.
Homem - Vou.
Mulher - Ei!
Homem - Que foi, cacete?
Mulher - Leva o celular, estúpido!
Homem - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
Mulher - Não… caso aconteça algo, estará com celular.
Homem - Não… pode deixar…
Mulher - Olha… desculpa pela desconfiança, estou com saudade, só isso!
Homem - Ok, meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
Mulher - Eu também! Posso futricar no seu celular?
Homem - Prá quê?
Mulher - Sei lá! Joguinho!
Homem - Você quer meu celular prá jogar?
Mulher - É.
Homem - Tem certeza?
Mulher - Sim.
Homem - Liga o computador… lá tem um monte de joguinhos!
Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!
Homem - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
Mulher - Tá..ok… então leva o celular senão eu vou futricar…
Homem - Pode mexer então… não tem nada lá mesmo…
Mulher - É?
Homem - É.
Mulher - Então onde está?
Homem - O quê?
Mulher - O que deveria estar no celular mas não está…
Homem - Como!?
Mulher - Nada! Esquece!
Homem - Tá nervosa?
Mulher - Não… tô não…
Homem - Então vou!
Mulher - Ei!
Homem - O que ééééééé, caralho?
Mulher - Não quero mais sorvete não!
Homem - Ah é?
Mulher - É!
Homem - Então eu também não vou sair mais não!
Mulher - Ah é?
Homem - É.
Mulher - Oba! Vai ficar comigo?
Homem - Não vou não… cansei… vou dormir!
Mulher - Prefere dormir do que ficar comigo?
Homem - Não… vou dormir, só isso!
Mulher - Está nervoso?
Homem - Claro, porra!!!
Mulher - Porque você não vai dar uma volta para espairecer?
Homem - Ah, vai pra P#%&$¨@#$*&%

terça-feira, 29 de julho de 2008

Um dos mestres da literatura nacional

Cidadão se descuidou e roubaram seu celular. Como era um executivo e não sabia mais viver sem celular, ficou furioso. Deu parte do roubo, depois teve uma idéia. Ligou para o número do telefone. Atendeu uma mulher.

— Aloa.

— Quem fala?

— Com quem quer falar?

— O dono desse telefone.

— Ele não pode atender.

— Quer chamá-lo, por favor?

— Ele esta no banheiro. Eu posso anotar o recado?

— Bate na porta e chama esse vagabundo agora.

Clic. A mulher desligou. O cidadão controlou-se. Ligou de novo.

— Aloa.

— Escute. Desculpe o jeito que eu falei antes. Eu preciso falar com ele, viu? É urgente.

— Ele já vai sair do banheiro.

— Você é a...

— Uma amiga.

— Como é seu nome?

— Quem quer saber?

O cidadão inventou um nome.

— Taborda. (Por que Taborda, meu Deus?) Sou primo dele.

— Primo do Amleto?

Amleto. O safado já tinha um nome.

— É. De Quaraí.

— Eu não sabia que o Amleto tinha um primo de Quaraí.

— Pois é.

— Carol.

— Hein?

— Meu nome. É Carol.

— Ah. Vocês são...

— Não, não. Nos conhecemos há pouco.

— Escute Carol. Eu trouxe uma encomenda para o Amleto. De Quaraí. Uma pessegada, mas não me lembro do endereço.

— Eu também não sei o endereço dele.

— Mas vocês...

— Nós estamos num motel. Este telefone é celular.

— Ah.

— Vem cá. Como você sabia o número do telefone dele? Ele recém-comprou.

— Ele disse que comprou?

— Por que?

O cidadão não se conteve.

— Porque ele não comprou, não. Ele roubou. Está entendendo? Roubou. De mim!

— Não acredito.

— Ah, não acredita? Então pergunta pra ele. Bate na porta do banheiro e pergunta.

— O Amleto não roubaria um telefone do próprio primo.

E Carol desligou de novo.

O cidadão deixou passar um tempo, enquanto se recuperava. Depois ligou.

— Aloa.

— Carol, é o Tobias.

— Quem?

— O Taborda. Por favor, chame o Amleto.

— Ele continua no banheiro.

— Em que motel vocês estão?

— Por que?

— Carol, você parece ser uma boa moça. Eu sei que você gosta do Amleto...

— Recém nos conhecemos.

— Mas você simpatizou. Estou certo? Você não quer acreditar que ele seja um ladrão. Mas ele é, Carol. Enfrente a realidade. O Amleto pode Ter muitas qualidades, sei lá. Há quanto tempo vocês saem juntos?

— Esta é a primeira vez.

— Vocês nunca tinham se visto antes?

— Já, já. Mas, assim, só conversa.

— E você nem sabe o endereço dele, Carol. Na verdade você não sabe nada sobre ele. Não sabia que ele é de Quaraí.

— Pensei que fosse goiano.

— Ai esta, Carol. Isso diz tudo. Um cara que se faz passar por goiano...

— Não, não. Eu é que pensei.

— Carol, ele ainda está no banheiro?

— Está.

— Então sai daí, Carol. Pegue as suas coisas e saia. Esse negocio pode acabar mal. Você pode ser envolvida. — Saia daí enquanto é tempo, Carol!

— Mas...

— Eu sei. Você não precisa dizer. Eu sei. Você não quer acabar a amizade. Vocês se dão bem, ele é muito legal. Mas ele é um ladrão, Carol. Um bandido. Quem rouba celular é capaz de tudo. Sua vida corre perigo.

— Ele esta saindo do banheiro.

— Corra, Carol! Leve o telefone e corra! Daqui a pouco eu ligo para saber onde você está.

Clic.

Dez minutos depois, o cidadão liga de novo.

— Aloa.

— Carol, onde você está?

— O Amleto está aqui do meu lado e pediu para lhe dizer uma coisa.

— Carol, eu...

— Nós conversamos e ele quer pedir desculpas a você. Diz que vai devolver o telefone, que foi só brincadeira. Jurou que não vai fazer mais isso.

O cidadão engoliu a raiva. Depois de alguns segundos falou:

— Como ele vai devolver o telefone?

— Domingo, no almoço da tia Eloá. Diz que encontra você lá.

— Carol, não...

Mas Carol já tinha desligado.

O cidadão precisou de mais cinco minutos para se recompor. Depois ligou outra vez.

—Aloa.

Pelo ruído o cidadão deduziu que ela estava dentro de um carro em movimento.

— Carol, é o Torquatro.

— Quem?

— Não interessa! Escute aqui. Você está sendo cúmplice de um crime. Esse telefone que você tem na mão, esta me entendendo? Esse telefone que agora tem suas impressões digitais. É meu! Esse salafrário roubou meu celular!

— Mas ele disse que vai devolver na...

— Não existe Tia Eloá nenhuma! Eu não sou primo dele. Nem conheço esse cafajeste. Ele esta mentindo para você, Carol.

— Então você também mentiu!

— Carol...

Clic.

Cinco minutos depois, quando o cidadão se ergueu do chão, onde estivera mordendo o carpete, e ligou de novo, ouviu um "Alô" de homem.

— Amleto?

— Primo! Muito bem. Você conseguiu, viu? A Carol acaba de descer do carro.

— Olha aqui, seu...

— Você já tinha liquidado com o nosso programa no motel, o maior clima e você estragou, e agora acabou com tudo. Ela está desiludida com todos os homens, para sempre. Mandou parar o carro e desceu. Em plena Cavalhada. Parabéns primo. Você venceu. Quer saber como ela era?

— Só quero meu telefone.

— Morena clara. Olhos verdes. Não resistiu ao meu celular. Se não fosse o celular, ela não teria topado o programa. E se não fosse o celular, nós ainda estaríamos no motel. Como é que chama isso mesmo? Ironia do destino?

— Quero meu celular de volta!

— Certo, certo. Seu celular. Você tem que fechar negócios, impressionar clientes, enganar trouxas. Só o que eu queria era a Carol...

— Ladrão

— Executivo

— Devolve meu...

Clic.

Cinco minutos mais tarde. Cidadão liga de novo. Telefone toca várias vezes. Atende uma voz diferente.

— Ahn?

— Quem fala?

— É o Trola.

— Como você conseguiu esse telefone?

— Sei lá. Alguém jogou pela janela de um carro. Quase me acertou.

— Onde você está?

— Como eu estou? Bem, bem. Catando meus papéis, sabe como é. Mas eu já fui de circo. É. Capitão Trovar. Andei até pelo Paraguai.

— Não quero saber de sua vida. Estou pagando uma recompensa por este telefone. Me diga onde você está que eu vou buscar.

— Bem. Fora a Dalvinha, tudo bem. Sabe como é mulher. Quando nos vê por baixo, aproveita. Ontem mesmo...

— Onde você está? Eu quero saber onde!

— Aqui mesmo, embaixo do viaduto. De noitinha. Ela chegou com o índio e o Marvão, os três com a cara cheia, e...


Extraído do livro "As Mentiras que os Homens Contam", Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2000, pág. 41.

Piadinha pra alegrar o dia

Em uma floresta muito grande, havia um lago onde morava um sapo mágico, a floresta era tão grande que o sapo nunca tinha visto nenhum outro animal. Um dia ele viu um urso perseguindo um coelho e decidiu para-los, e disse:

- Olá eu sou um sapo mágico e como vocês são os únicos animais que eu vi até hoje vou dar a cada um três desejos.

Aí então o coelho falou, pode começar urso, e o urso pediu:

- Eu desejo que todos os ursos dessa floresta exceto eu se tornem fêmeas.

E o sapo realizou o desejo do urso, e disse: Sua vez coelho.

E o Coelho pediu:

- Eu desejo um capacete de Motoqueiro, e o sapo realizou o desejo.

Aí então o urso pediu

- Desejo que todos os ursos da floresta vizinha virem fêmeas. E o desejo dele foi atendido.

Então o era a vez do coelho e ele pediu

- Eu desejo uma Moto, e o sapo realizou, e disse é seu ultimo pedido urso, pense bem.

Aí o urso pensou e disse:

- Eu desejo que todos os ursos do mundo excerto eu virem fêmeas!!

Então o sapo realizou o desejo dele, e disse: - Sua vez coelho.

E o Coelho, colocou o capacete, ligou a moto, engatou a primeira marcha e enquanto ia saindo, gritou:

- Eu desejo que esse urso vire viado!!!!!!!!!