sempre achei interessante a astrologia, se bem que na época do jornal eu via que não tinha nada a ver esses textos velhos no CTRL+c e CTRL+v pra montar o horóscopo. Mas este aui é divertido.
ÁRIES. O Diabo de Desafio Enérgico. Aventureiro e espontâneo. Confiante e entusiástico. Divertido. Ama um desafio. EXTREMAMENTE impaciente. Às vezes egoísta. Fusível curto (enfurece facilmente). Vivido, inteligência apaixonada e afiada. Gosta de sair. Perde interesse depressa - facilmente entediado. Egoístico. Corajoso e afirmativo. Tende a ser físico e atlético. 16 anos de azar se você não remeter.
TOURO - O Resistente. Que encanta, mas agressivo. Podem parecer enfadonhos, mas não são. Trabalhadores duros. Amável. Forte, tem resistência. Seres sólidos e estáveis e seguros dos modos deles/delas. Não procuram atalhos. Orgulhosos da beleza deles/delas. Pacientes e seguros. Fazem grandes amigos e dão bons conselhos. Bom coração. Amam profundamente - apaixonados. Expressam-se emocionalmente. Propenso a temperamentos e acessos de raiva ferozes. Determinado. Cedem aos seus desejos frequentemente. Muito generoso. 12 anos de azar se você não remeter.
GEMEOS - O Tagarela. Inteligente e engenhoso. Parece estar sempre de saída, muito falador. Vivo e enérgico. Adaptável mas com necessidade de se expressar. Argumentativo e franco. Gosta de mudança. Versátil. Ocupado, mas às vezes nervoso e tenso. Fofoqueiros. Pode parecer superficial ou incoerente. Mas só é sujeito a mudança. Bonito fisicamente e mentalmente. 5 anos de azar se você não remeter.
CÂNCER - O Projetor Mal-humorado. Emocional. Pode ser tímido. Muito amoroso e gentil. Bonito. Sócios excelentes para vida.. Projetor. Inventivo e imaginativo. Cauteloso. Tipo de pessoa sensível. Necessidade de ser amado pelos outros. Magoa-se facilmente, mas simpático.. 16 anos de azar se você não remeter.
LEÃO - O Chefe. Muito organizado. Precisa de ordem nas vidas deles/delas - como estar em controle. Gosta de limites. Tende a assumir tudo. Mandão. Gosta de ajudar os outros. Social e gosta de sair. Extrovertido, generoso, amável. Sensível. Energia criativa. Confiantes neles próprios. Bons amantes. Fazer a coisa certa é importante para Leão. Atraente. 13 anos de azar se você não remeter.
VIRGEM - O Perfeccionista. Dominante em relações. Conservador. Sempre quer a última palavra. Argumentativo. Preocupado. Muito inteligente. Antipatiza com barulho e caos. Ansioso. Trabalhador. Leal. Bonito. Fácil falar. Difícil de agradar. Severo. Prático e muito exigente. Frequentemente tímido. Pessimista. 7 anos de azar se você não remeter.
LIBRA - O Harmonizador. Agradável a todo o mundo que se encontra com eles. Indeciso. Tem uma atração própria sem igual. Criativo, enérgico e muito social. Odeia estar só. Calmo, generoso. Muito amoroso e bonito. Gosta de flertar. Cede muito facilmente. Tende a deixar para depois. Muito crédulo. 9 anos de azar se você não remeter.
ESCORPIÃO - O Intenso. Muito enérgico. Inteligente. Pode ser ciumento e/ou possessivo. Trabalhador. Grande beijador. Pode ficar obsessivo ou reservado. Guarda rancor. Atraente. Determinado. Amores que estão em relações longas. Falador. Romântico. Pode ser às vezes egocêntrico. Apaixonado e emocional. 4 anos de azar se você não remeter.
SAGITÁRIO - O Otimista. Agradável. Irrefletido. Não quer crescer (Peter Pan Síndrome). Favorece o ego. Orgulhoso. Gosta de luxos e jogar, social e gosta de sair. Não gosta de responsabilidades. Frequentemente fantasia. Impaciente. Divertido estar ao seu redor. Tem muitos amigos. Coquete e gosta de flertar. Não gosta de regras. Às vezes hipócrita. Antipatiza com espaços limitados ou apertados ou até mesmo roupas apertadas. Não gosta que duvidem dele. Bonito por dentro e por fora. 14 anos de azar se você não remeter.
CAPRICÓRNIO - O Paciente. Pessoa agressiva e sábia. Prático e rígido. Ambicioso. Tende a estar bonito. Humorístico e engraçado. Pode ser um pouco tímido e reservado. Frequentemente pessimistas. Capricórnio tende a agir antes de pensar e podem ser às vezes pouco amigáveis. Guarda rancor. Gosta de competição. Obtém o que eles querem. 20 anos de azar se você não remeter.
AQUÁRIO - O Amado. Otimista e honesto. Doce personalidade. Muito independente. Inventivo e inteligente. Amigável e leal. Pode parecer não emotivo. Pode ser um pouco rebelde. Muito teimoso, mas original e sem igual. Atraente no lado de dentro e fora. Personalidade excêntrica. 11 anos de azar se você não remeter.
PEIXES - O Sonhador Generoso. Bom coração e pensativo. Muito criativo e imaginativo. Pode ficar reservado e vago. Sensível. Não gosta de detalhes. Sonhador e irreal. Simpático e amoroso. Tipo desinteressado. Bom beijador. Bonito. 8 anos de azar se você não remeter.
Obs 1 - Tenho certeza que alguém ae leu e falou "nosssaaaa, tudo a ver comigo, pode?"
Obs 2 - Conheço gente de gêmeos que, pra fofoqueira, tem que calar a boca ainda.
Obs 3 - Libra é muito amoroso e bonito, coisa verdadeira.
Obs 4 - NOSSSAAAAAA, teve tudo a ver comigo!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Não sei se é verdade mas....
História bem interessante sobre um homem no dia do 11/09 lá nas torres gêmeas
É de arrepiar!!! Salmo 100 : 4 (Para os que não crêem, é uma excelente história)
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.
Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele.. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.
Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila '
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.
(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
Obs 1 - Isso parece mais aquelas histórias de moral que alguém inventa, mas tá bem montadinha
Obs 2 - Poderia ter acontecido uma história parecida em Hiroshima e Nagasaki, masesses féla das puta desses estados unidenses não derrubaram apenas 2 prédios. Derrubaram 2 CIDADES.
Obs 3 - Aposto que um monte de gente pensou "nossa, que emocionante, filho da puta de Osama".
Obs 4 - Aposto que muita gente vai pensar um dia "nossa, fela dumas putaaaaa de Americanos, tomaram tudo que nós temos".
Obs 5 - Eu que não tiro crocodilo esfomeado da armadilha. Sei que a vítima serei eu.
É de arrepiar!!! Salmo 100 : 4 (Para os que não crêem, é uma excelente história)
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.
Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele.. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.
Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila '
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.
(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
Obs 1 - Isso parece mais aquelas histórias de moral que alguém inventa, mas tá bem montadinha
Obs 2 - Poderia ter acontecido uma história parecida em Hiroshima e Nagasaki, masesses féla das puta desses estados unidenses não derrubaram apenas 2 prédios. Derrubaram 2 CIDADES.
Obs 3 - Aposto que um monte de gente pensou "nossa, que emocionante, filho da puta de Osama".
Obs 4 - Aposto que muita gente vai pensar um dia "nossa, fela dumas putaaaaa de Americanos, tomaram tudo que nós temos".
Obs 5 - Eu que não tiro crocodilo esfomeado da armadilha. Sei que a vítima serei eu.
domingo, 8 de novembro de 2009
Caso Geysa
Hoje eu vi no jornal Agora de São Paulo e no Fantástico, matérias sobre o caso da estudante que foi expulsa da universidade por usar vestidos curtos.
A universidade se defende dizendo que aquele é um ambiente de respeito e que aquele traje estava curto demais para ser utilizado naquele ambiente.
Mas alguém já viu os trajes que algumas garotas usam e até em aulas de educação fisica? Não são vestidos curtos, são aquelas calças de lycra que fazem o contorno certinho do capô de fusca. Até professores utilizam aquele tipo de roupas, aí pode né? Não está mostrando a carne, só o contorno.
Pelo que vi nos videos, quem vaiou foram as barangas que bem gostariam de poder usar vestidos curtos sem causar nojo em quem vê e os punheteiros que não comem ninguem então xingam para não se sentirem tão humilhados. Tipo "essa biscatona?? Não iria querer nem se me pagassem", depois presta uma homenagem no banheiro para ela.
A universidade deveria se preocupar com outras coisas mais importantes como bares que vendem cerveja perto de suas instalações, puteiros com alunas trabalhadoras, festinhas exageradas onde até professores marcam presença e por aí vai.
de punhetiros e barangas invejosas o mundo (e as universidades) está cheio.
A universidade se defende dizendo que aquele é um ambiente de respeito e que aquele traje estava curto demais para ser utilizado naquele ambiente.
Mas alguém já viu os trajes que algumas garotas usam e até em aulas de educação fisica? Não são vestidos curtos, são aquelas calças de lycra que fazem o contorno certinho do capô de fusca. Até professores utilizam aquele tipo de roupas, aí pode né? Não está mostrando a carne, só o contorno.
Pelo que vi nos videos, quem vaiou foram as barangas que bem gostariam de poder usar vestidos curtos sem causar nojo em quem vê e os punheteiros que não comem ninguem então xingam para não se sentirem tão humilhados. Tipo "essa biscatona?? Não iria querer nem se me pagassem", depois presta uma homenagem no banheiro para ela.
A universidade deveria se preocupar com outras coisas mais importantes como bares que vendem cerveja perto de suas instalações, puteiros com alunas trabalhadoras, festinhas exageradas onde até professores marcam presença e por aí vai.
de punhetiros e barangas invejosas o mundo (e as universidades) está cheio.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Chinesada
Orientais são todos doidos.
O mais normal come espetinho de tarântula
O cara testa um aparelho de choque em si mesmo??/ que porcaria!!!!
O mais normal come espetinho de tarântula
O cara testa um aparelho de choque em si mesmo??/ que porcaria!!!!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Trote telefonico
Ligue para um convento e diga:
- Por favor, gostaria de falar com a irmã Virgem.
A freira:
- Desculpe, aqui não tem nenhuma irmã Virgem.
Hááááááááááá!!!!!!!
- Por favor, gostaria de falar com a irmã Virgem.
A freira:
- Desculpe, aqui não tem nenhuma irmã Virgem.
Hááááááááááá!!!!!!!
Tatuagem de rico - Piadinha
Um empresário turco muito rico decidiu fazer uma tatuagem.
Chegando na loja do tatuador, pediu que reproduzisse uma nota de 100 reais no seu pinto.
Espantado o rapaz disse:
-Senhor, uma tatuagem no seu pinto vai ser muito dolorido, o senhor não prefere escolher outro local?
Decidido o homem insistiu. Curioso o tatuador perguntou:
-Mas senhor por que uma nota de 100 reais? E no pinto?
Percebendo o espanto do rapaz, o homem lhe explicou:
-Meu amigo, eu tenho vários motivos, primeiro: Sou um empresário e adoro ver dinheiro crescendo. Segundo: Minha mulher é economista e adora ver dinheiro entrando e saindo. Terceiro: Minha amante é exploradora e adora ficar sugando o meu dinheiro. Quarto: Minha secretária é ciumenta e adora saber que meu dinheiro está bem guardado e só ela usufrui dele, e por último, porque vivo dizendo aos meus funcionários que um dia vou encher o rabo deles de dinheiro.
Chegando na loja do tatuador, pediu que reproduzisse uma nota de 100 reais no seu pinto.
Espantado o rapaz disse:
-Senhor, uma tatuagem no seu pinto vai ser muito dolorido, o senhor não prefere escolher outro local?
Decidido o homem insistiu. Curioso o tatuador perguntou:
-Mas senhor por que uma nota de 100 reais? E no pinto?
Percebendo o espanto do rapaz, o homem lhe explicou:
-Meu amigo, eu tenho vários motivos, primeiro: Sou um empresário e adoro ver dinheiro crescendo. Segundo: Minha mulher é economista e adora ver dinheiro entrando e saindo. Terceiro: Minha amante é exploradora e adora ficar sugando o meu dinheiro. Quarto: Minha secretária é ciumenta e adora saber que meu dinheiro está bem guardado e só ela usufrui dele, e por último, porque vivo dizendo aos meus funcionários que um dia vou encher o rabo deles de dinheiro.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Auto suicidou-se a si mesmo
A frase foi dita no show dos Melhores do mundo, o qual pude ver apenas em DVD. T T
Quem um dia diria que isso fosse possível?
Mas vejam que estranho caso este. Não sei onde foi, mas é bem interessante.
Em 23 de março de 1994, o médico legista examinou o corpo de Ronald Opus e concluiu que a causa da morte fora um tiro de espingarda na cabeça. O Sr. Opus pulara do alto de um prédio de 10 andares, pretendendo suicidar-se.
Ele deixou uma nota de suicídio confirmando sua intenção. Mas quando estava caindo, passando pelo nono andar, Opus foi atingido por um tiro de espingarda na cabeça, que o matou instantaneamente.
O que Opus não sabia era que uma rede de segurança havia sido instalada um pouco abaixo, na altura do oitavo andar, a fim de proteger alguns trabalhadores. Portanto, Ronald Opus não teria sido capaz de consumar seu suicídio como pretendia.
O Dr. Mills relata que “quando uma pessoa inicia um ato de suicídio e consegue se matar, sua morte é considerada suicídio, mesmo que o mecanismo final da morte não tenha sido o desejado.” Mas o fato de Opus ter sido morto em plena queda, no meio de um suicídio que não teria dado certo por causa da rede de segurança, transformou o caso em homicídio.
O quarto do nono andar, de onde partiu o tiro assassino, era ocupado por um casal de velhos. Eles estavam discutindo em altos gritos e o marido ameaçava a esposa com uma espingarda. O homem estava tão furioso que, ao apertar o gatilho, o tiro errou completamente sua esposa, atravessando a janela e atingindo o corpo que caía.
Quando alguém tenta matar a vítima “A”, mas acidentalmente mata a vítima “B”, esse alguém é culpado pelo homicídio de “B”.
Quando acusado de assassinato, tanto o marido quanto a esposa foram enfáticos, ao afirmarem que a espingarda deveria estar descarregada. O velho disse que tinha o hábito de ameaçar sua esposa com a espingarda descarregada durante suas discussões. Ele jamais tivera a intenção de matá-la.
Portanto, o assassinato do sr. Opus parecia ter sido um acidente, ou seja, ambos achavam que a arma estava descarregada, portanto a culpa seria de quem carregara a arma. A investigação descobriu uma testemunha que vira o filho do casal carregar aespingarda um mês antes. Foi descoberto que a senhora havia cortado a mesada do filho, e este, sabendo das brigas constantes de seus pais, carregara a espingarda na esperança de que seu pai matasse sua mãe. O caso passa a ser, portanto, do assassinato do Sr. Opus pelo filho do casal. As investigações descobriram que o filho do casal era, na verdade, Ronald Opus. Ele se encontrava frustrado por não ter até então conseguido matar sua mãe. Por isso, em 23 de março, ele se atirou do décimo andar do prédio onde morava, vindo a ser morto por um tiro de espingarda quando passava pela janela do nono andar. Ronald Opus havia efetivamente assassinado a si mesmo, por isso a polícia encerrou o caso como suicídio.
Quem um dia diria que isso fosse possível?
Mas vejam que estranho caso este. Não sei onde foi, mas é bem interessante.
Em 23 de março de 1994, o médico legista examinou o corpo de Ronald Opus e concluiu que a causa da morte fora um tiro de espingarda na cabeça. O Sr. Opus pulara do alto de um prédio de 10 andares, pretendendo suicidar-se.
Ele deixou uma nota de suicídio confirmando sua intenção. Mas quando estava caindo, passando pelo nono andar, Opus foi atingido por um tiro de espingarda na cabeça, que o matou instantaneamente.
O que Opus não sabia era que uma rede de segurança havia sido instalada um pouco abaixo, na altura do oitavo andar, a fim de proteger alguns trabalhadores. Portanto, Ronald Opus não teria sido capaz de consumar seu suicídio como pretendia.
O Dr. Mills relata que “quando uma pessoa inicia um ato de suicídio e consegue se matar, sua morte é considerada suicídio, mesmo que o mecanismo final da morte não tenha sido o desejado.” Mas o fato de Opus ter sido morto em plena queda, no meio de um suicídio que não teria dado certo por causa da rede de segurança, transformou o caso em homicídio.
O quarto do nono andar, de onde partiu o tiro assassino, era ocupado por um casal de velhos. Eles estavam discutindo em altos gritos e o marido ameaçava a esposa com uma espingarda. O homem estava tão furioso que, ao apertar o gatilho, o tiro errou completamente sua esposa, atravessando a janela e atingindo o corpo que caía.
Quando alguém tenta matar a vítima “A”, mas acidentalmente mata a vítima “B”, esse alguém é culpado pelo homicídio de “B”.
Quando acusado de assassinato, tanto o marido quanto a esposa foram enfáticos, ao afirmarem que a espingarda deveria estar descarregada. O velho disse que tinha o hábito de ameaçar sua esposa com a espingarda descarregada durante suas discussões. Ele jamais tivera a intenção de matá-la.
Portanto, o assassinato do sr. Opus parecia ter sido um acidente, ou seja, ambos achavam que a arma estava descarregada, portanto a culpa seria de quem carregara a arma. A investigação descobriu uma testemunha que vira o filho do casal carregar aespingarda um mês antes. Foi descoberto que a senhora havia cortado a mesada do filho, e este, sabendo das brigas constantes de seus pais, carregara a espingarda na esperança de que seu pai matasse sua mãe. O caso passa a ser, portanto, do assassinato do Sr. Opus pelo filho do casal. As investigações descobriram que o filho do casal era, na verdade, Ronald Opus. Ele se encontrava frustrado por não ter até então conseguido matar sua mãe. Por isso, em 23 de março, ele se atirou do décimo andar do prédio onde morava, vindo a ser morto por um tiro de espingarda quando passava pela janela do nono andar. Ronald Opus havia efetivamente assassinado a si mesmo, por isso a polícia encerrou o caso como suicídio.
Como entregar flores
Tudo na vida tem a forma certa e a forma errada de se fazer.
A aula de hoje é como entregar flores para a mulher e para o homem!!
Todo mundo sabe que as flores são o símbolo da má intenção.
Se não for pra levar para cama é por que a pessoa já morreu. então, flores, ou dá ou morre.
A aula de hoje é como entregar flores para a mulher e para o homem!!
Todo mundo sabe que as flores são o símbolo da má intenção.
Se não for pra levar para cama é por que a pessoa já morreu. então, flores, ou dá ou morre.
Assim se entrega flores para uma garota.

E assim se entrega flores para um homem!!!

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